domingo, 10 de fevereiro de 2008

Começando uma nova empreitada

Salve, salve caros "piratas", preparem-se para embarcar em nosso navio rumo à uma nova jornada.

Esta viagem já está toda planejada, documentada e será repleta de aventuras, porém, nem tudo o que se planeja é executado, imprevistos virão pelo caminho.

O sucesso deste desafio não pertence somente aos professores ou à universidade, mas principalmente dos nosso tripulantes, por isso, aproveitem este espaço para fazer o download das pistas rumo ao mapa do tesouro (slides de aula e materiais de apoio), e também aproveitem para escrever em nosso diário de bordo as impressões, sensações, o que estão vivendo e o que esperam viver até o meio deste ano de 2008.

Um grande abraço à todos.

Prof. Luis Fernando Guggenberger

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Encerrando um ciclo

Caros alunos, enfim mais um ciclo está chegando ao seu fim. Semana de provas, entregas de trabalhos, angústias por notas e faltas, "onde foi que eu errei", "ai, professor por que essa nota", etc etc etc.

Toda jornada antes de iniciada é planejada com todo o carinho e expectativa. Ao longo da aventura nos defrontamos com novos desafios, incidentes mal planejados ou não previstos, mas como diz uma grande amiga "no final tudo dá certo, se não deu certo é porque nào chegou o final."

Mas como bom comunicador e professor que procuro ser chegou a hora de obter um feedback de vocês queridos alunos, afinal, a boa comunicação é produzida em uma via de mão dupla. Afinal, somos seres humanos em constante evolução, e só podemos evoluir se aprendermos ou pelo menos refltirmos sobre nossos erros.

Gostaria de que vocês postassem comentários neste blog a respeito das matérias, material didático, conteúdo do blog, didática e recursos utilizados na sala de aula, acompanhamentos aos trabalhos interdisciplinares e disciplinares etc etc etc...

Enfim, conto com a opinião de vocês.

Um grande abraço e sucesso à todos.

Prof. Luis Fernando

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Intel investe US$ 1 bilhão em programas de inclusão digital social

Carlos Luzzi,
gerente de programas estratégicos da Intel
O programa Intel World Ahead investiu US$ 1 bilhão na capacitação de jovens e professores pelo mundo. A proposta é atrair mais um bilhão de usuários em cinco anos. A revelação é de Carlos Luzzi, gerente de programas estratégicos da empresa.

"Queremos fazer o que foi feito em 20 anos de internet: conectar mais um bilhão de usuários, levando o acesso e a capacitação às comunidades carentes", disse Luzzi, presente nesta sexta-feira (09/11) no comitê de Tecnologia da Informação e Comunicações da Amcham São Paulo.

Segundo Luzzi, o projeto, que começou em 2005 tem o objetivo de ampliar o acesso à Internet penetrando em comunidades remotas, além de estabelecer a conectividade e dar bases para a educação de conteúdo. “Esses são os três pilares do projeto. "Em cada país desenvolvemos modelos que possam atender às necessidades específicas” apontou.

Como exemplo, o gerente citou o programa Intel Educar - uma das frentes de atuação, presente em mais de 40 países que já capacitou no Brasil mais de 106 mil professores e 12 mil alunos. Para ele, os resultados positivos aceleram o processo de inclusão digital, mas a idéia é mostrar o caminho para que o governo possa dar continuidade nas melhorias.

“Nos países emergentes mostramos o conceito e damos as diretrizes. A continuidade dos projetos depende de políticas públicas”.

Mercado aquecido

Carlos Luzzi afirma que os programas de incentivo do governo brasileiro deram um ‘boom’ nas vendas de computadores. “Este ano, lojas do ramo venderam mais PCs do que televisão”.

Em janeiro de 2007, o governo anunciou que elevaria o valor máximo dos computadores de mesa isentos de PIS e Cofins de R$ 2.500 para R$ 4.000. Esse novo valor também passa a valer para os notebooks.

Outro dado apontado pelo executivo, é que computadores portáteis (laptops) estão no topo da lista de objetos de consumo. "Haverá uma forte campanha da Intel neste natal para estimular as vendas de notebooks", concluiu.

Fonte: http://www.amcham.com.br/update/2007/update2007-11-09e_dtml

domingo, 11 de novembro de 2007

Empregado precisa ser visto como sócio, diz professor da Universidade Católica

Eugênio Britto,
diretor dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia da Universidade Católica de Goiás
Funcionários precisam enxergar funcionários como parceiros, avaliou Eugênio Britto, diretor dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia da Universidade Católica de Goiás.

“O empregado é um sócio do empresário. Ele precisa ter um retorno financeiro por sua produtividade e, em contrapartida, entende que cuidando da empresa ela tem bons resultados e ele também ganha”, disse Britto, que participou do comitê de Gestão Estratégica da Amcham-Goiânia nesta terça-feira (23/10).

O diretor acredita que muitas companhias ainda não entenderam a importância do desenvolvimento das relações interpessoais e da valorização e motivação dos funcionários. “Muitas organizações ainda estão no sistema punitivo. Na verdade, elas precisam fazer aquilo que alguns consideram óbvio: elogiar seus trabalhadores”, afirmou.

Segundo Britto, esse problema, somado à preocupação exclusiva com a lucratividade econômica, dificulta a manutenção de empresas no mercado. “Não por acaso, a vida média de 80% das empresas é de 24 meses. Apenas 5% conseguem passar de 60 meses”, destacou.

Fonte: http://www.amcham.com.br/update/2007/update2007-10-23h_dtml

Boa liderança depende de uma comunicação sem falhas

Fábio Eltz,
psicólogo e consultor na área de estruturação e desenvolvimento organizacional
Um boa liderança depende de uma comunicação sem ruídos, em que o gestor saiba ouvir seus colaboradores e, ao mesmo, transmitir sem falhas suas idéias, disse o psicólogo, Fábio Eltz, durante o Comitê de Gestão de Pessoas da Amcham-Porto Alegre, na terça-feira (06-11).

“Nas empresas maiores esse distanciamento é mais comum que nas micro, pequenas e médias empresas. É que nas corporações menores as pessoas estão, de fato, mais próximas e há mais facilidade em conversar com o gestor”, explicou.

Eltz é consultor na área de estruturação e desenvolvimento organizacional, já escreveu livros sobre o tema e foi responsável por treinamentos para profissionais de corporações como Bayer, Credicard, Ericsom, Fiat, Itaú, Mercedes Benz, Monsanto, Natura, O Boticário, Odebrecht, Petrobrás, Pirelli, Sadia, Toshiba, Unibanco, Vale do Rio Doce e Varig. De acordo com ele, muitas pessoas ainda reclamam que não há espaço para levar suas idéias para seus gerentes e diretores.

Pessoas precisam aprender a se comunicar

Ainda hoje, conforme o especialista, a interação dentro das empresas é “muito difícil”. O principal erro, para ele, é quando um colaborador emite uma mensagem (seja por mail ou por meio da fala) e acredita que aquilo seja uma verdade absoluta. “A pessoa, na verdade, não admite que quem recebe a mensagem pode ter uma interpretação diferente”, ressaltou.

Desse modo, garante o psicólogo, é primordial aprender a se comunicar, estudando e lendo. “Considerar qual a interpretação que as pessoas vão dar para cada mensagem é vital para que haja uma boa relação dentro da empresa”, concluiu.

Fonte: http://www.amcham.com.br/update/2007/update2007-11-06c_dtml

Instituto defende responsabilidade política das empresas

Jorge Maranhão,
diretor do instituto “A Voz do Cidadão”
O Brasil tem condições de crescer tanto quando a China. Entretanto, isso somente acontecerá se as empresas e toda a sociedade tiverem um compromisso com a responsabilidade política. A afirmação é de Jorge Maranhão, diretor do instituto de cultura e de cidadania A Voz do Cidadão.

“A implementação de programas assistencialistas sem responsabilidade política é mero marketing de reputação, pois desmobiliza o cidadão. Por exemplo, muito mais importante do que fornecer a merenda das crianças de uma comunidade carente é supervisionar e cobrar a distribuição desses alimentos nas escolas públicas”, apontou Maranhão, que participou do comitê de Marketing de Amcham-Campinas nesta quarta-feira (07/11).

De acordo com ele, a preocupação com o assistencialismo impede a construção de uma cultura de cidadania, pois as empresas desviam suas atenções de assuntos importantes para desempenhar um papel que caberia ao Estado.

Maranhão defendeu que a filantropia não deve ser encarada como um dever, mas como uma opção pessoal. “A responsabilidade pelas questões sociais é do poder público, não do privado. Cabe a nós fiscalizar se as ações surtem efeito.”

O diretor destacou que o papel da mídia é essencial para a construção dessa cultura “No Brasil, a mídia é fundamental. Sua categoria técnica é muito superior à da educação e da Justiça brasileiras”, observou.

A Voz do Cidadão é um instituto que tem como objetivo incentivar e difundir a cultura de cidadania, a consciência e o exercício dos direitos civis coletivos. Ele atua como porta-voz de grupos de cidadãos que desejam fazer valer suas justas reivindicações, exercer o controle social sobre a administração pública e combater as transgressões legais.

Fonte: http://www.amcham.com.br/update/2007/update2007-11-07f_dtml

Comunicação corporativa abraça modernas ferramentas de gestão

Paulo Nassar,
diretor-presidente da Aberje e professor da ECA-USP
Ferramentas de gestão largamente utilizadas, como a matriz SWOT (que identifica forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) e o Balanced Scorecard (painel de indicadores de desempenho), agora são também empregadas na comunicação corporativa.

No País, Natura, Vale do Rio Doce, Petrobras e General Electric são algumas das empresas que saíram na frente, segundo Paulo Nassar, diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje).

“A vanguarda das companhias está usando esses instrumentos. São empresas que determinam tendências. O caminho é cada vez mais trabalhar a comunicação de forma proativa, principalmente em função das questões complexas que envolvem as empresas hoje”, diz Nassar, que também é professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e participou nesta quinta-feira (08/11) do comitê de Gestão de Pessoas da Amcham-São Paulo.

De acordo com ele, as precursoras são organizações que contam com uma comunicação administrada, que interage com políticas internas e planejamento organizacional e cria valor para os negócios. “Dependendo da maneira como a comunicação é feita, destrói valor”, alerta ele.

Processo educativo

Nassar defende que a comunicação seja um processo educacional, que ele chama de “edugestão” ou “educomunicação”. Na visão do professor, não basta que a informação chegue ao público. É preciso saber se ele a compreendeu e aceitou e, mais que isso, se age conforme o interesse organizacional.

Para tanto, o diretor-presidente da Aberje sugere um amplo mapeamento dos públicos da instituição, que incluem funcionários, clientes, fornecedores, concorrentes, acionistas, sindicatos e imprensa, entre outros. “Precisamos ver o público interno de forma mais ampla, como seres com multipapéis.” Um funcionário, por exemplo, pode ser também acionista e membro de um sindicato, o que se reflete em seu alinhamento com a companhia.

Experiente, o professor da USP propõe cinco passos para uma comunicação corporativa bem-sucedida:

  • Olhar para o processo de comunicação como um todo, sem fragmentá-lo e com atenção para nuances;
  • Alinhar a comunicação aos ambientes comportamental, econômico, histórico, político, social e tecnológico;
  • Entender que a comunicação é expressão de cultura, identidade e imagem e que tudo isso se projeta na reputação da empresa;
  • Saber que a comunicação somente alcançará a excelência se for transcendente, ou seja, qualitativa, em vez de apenas quantitativa;
  • Conhecer o modelo de administração do negócio.

    “Na comunicação moderna, o ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’ tem pouca efetividade. É preciso haver fluxos ascendentes, o feedback”, conclui.

    Reportagem de Giovanna Carnio

  • Fonte: http://www.amcham.com.br/update/2007/update2007-11-08a_dtml